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5 PERGUNTAS SOBRE FALTA DE ÁGUA



POR QUÊ FALTA ÁGUA?Gesner levanta três causas principais: urbanização crescente, com o surgimento de macrometrópoles com planejamento não voltado para um bom aproveitamento da água; o crescimento do consumo pelo aumento da classe média em economias emergentes; e o processo de desenvolvimento não sustentável, como o desmatamento às margens dos rios e a sobrecarga de utilização do lençol freático, que contribuem para que os mananciais sequem. 

FIM DA POROROCA







Inacreditável!!! Impressionante como estão acabando com as nossas florestas!! Desmatando, desviando rios para pastagem e simplesmente acabou a Pororoca! Um fenômeno que só ocorria no Brasil!
O termo pororoca é derivado do Tupi que designa “estrondo”, corresponde a um fenômeno natural onde acontece o encontro das águas de um rio com o oceano.
O fenômeno se torna mais evidente nas mudanças de fase da lua, especialmente na lua cheia e nova. Agora não existe mais! A água sumiu!

O processo ocorre quando os níveis das águas oceânicas se elevam e essas invadem a foz do rio, o confronto dessas águas promove o surgimento de grandes ondas que podem atingir até dez metros de largura e cinco de altura, podendo chegar a uma velocidade que oscila entre 30 e 35 quilômetros por hora. 

JOVEM DE 23 ANOS CRIA SISTEMA QUE ECONOMIZA DE 30% a 70% DE ÁGUA EM SP!



O projeto batizado de Agrosmart - Plataforma criada por Mariana de 23 anos!

Uma brasileira ganhou uma bolsa de estudos para estudar em uma universidade dentro de uma unidade da Nasa após ter encontrado uma solução para ajudar a resolver a questão da falta de água, um problema global que já atinge fortemente cidades como São Paulo.

CARROS HÍBRIDOS









(Ciel o carro Hibrido da Cadillac)


Quem foi que disse que carros luxuosos não podem ser movidos a água?! Mas então, se existe carros movidos a água, ar, energia solar e sei lá mais o quê?! Àquela guerra lá por combustível fóssil é pra que mesmo? Será que alguém acredita nisto? (Espero que seja só

para acabar com os terroristas e esperamos sucesso!) Porque pelo motivo pelo qual começou já não faz mais sentido!

ESTUDANTE DE 17 ANOS CRIA A INVENÇÃO QUE PURIFICA ÁGUA E GERA ELETRICIDADE


Invenção purifica água e gera eletricidade com ajuda do Sol
Cynthia Sin Nga Lam desenvolveu dispositivo eco-friendly, barato e portátil, que purifica águas residuais e gera eletricidade usando apenas a energia do Sol
São Paulo - Ainda existem 780 milhões de pessoas no mundo sem acesso à água potável e 1,3 bilhão sem energia elétrica.


Estes dados da ONU preocuparam tanto a estudante Cynthia Sin Nga Lam, que a australiana de 17 anos decidiu empenhar suas habilidades – e sua paixão por Química – para criar uma solução econômica para o problema.

A jovem inventora desenvolveu um dispositivo eco-friendly, barato e portátil, que purifica águas residuais e gera eletricidade usando apenas a energia do Sol.

SOLUÇÕES PARA FALTA DE ÁGUA!

AS SOLUÇÕES PARA A FALTA DE ÁGUA SISTEMAS INTELIGENTES PODEM REDUZIR O DESPERDÍCIO EM CENTENAS DE MILHÕES DE LITROS


Neste momento em que a água se tornou uma preocupação prioritária em grande parte do país, convém olhar para soluções que estão sendo adotadas pelo mundo.

Num país em que a escassez de água é crônica e o saneamento básico altamente deficiente, Mumbai, a maior cidade da Índia (13 milhões de habitantes) conseguiu reduzir pela metade o desperdício do líquido com a implantação de sistemas inteligentes de detecção de perdas.

Em grande parte por causa de tubulações quebradas e ineficientes, Mumbai perdia 700 milhões de litros de água por dia. Os sistemas inteligentes agora detectam e comunicam à distância os vazamentos, disparando alarmes para a administração municipal. Além da economia concreta, a iniciativa também serviu para alertar a população para a importância de um recurso compartilhado. A implantação de métricas inteligentes agora será implantada em outras cidades da Índia, como Nova Delhi e Bangalore.

Mumbai costuma ser atingida durante quatro meses por chuvas abundantes e, durante o resto do ano, precisa recorrer a fontes de água cada vez mais distantes. Apenas metade da população tem acesso à água potável encanada, o que torna habitual o armazenamento de água em cisternas.

É, aparentemente, uma situação típica de Terceiro Mundo, mas a escassez e o desperdício de água é um fenômeno que atinge o mundo todo. Em países em que os recursos hídricos são abundantes, como o Brasil, esse padrão é agravado pelo hábito de subestimar a possível finitude dos recursos e pelo baixo custo do suprimento – além da percepção, correta, de que o acesso à água é um dos direitos humanos.

Se em Mubai a perda de água potável bate nos 50%, a marca mundial é de 34%. Quase metade dos recursos mundiais destinados ao consumidor é perdida devido a vazamentos e deficiências de gestão, o que causa uma perda anual de US$ 14 bilhões por ano. Além disso, a água é um dos componentes fundamentais da geração de energia e da produção de alimentos, o que torna o quadro ainda mais complexo. Cerca de 70% de toda a água limpa do mundo é usada na agricultura, 16% na indústria e na geração de energia e 14% em uso doméstico

BIOCONCRETO DEIXA ÁGUA DA CHUVA POTÁVEL


“BIOCONCRETO” DEIXA ÁGUA DA CHUVA POTÁVEL


CISTERNA NA CASA AJUDA NA PURIFICAÇÃO E PODE SER INSTALADA EM QUALQUER CONSTRUÇÃO
Construções projetadas com atenção à sustentabilidade já costumam capturar a água da chuva para reuso em rega de plantas ou descargas de vasos sanitários. Mas vem inovação por aí: será possível também bebê-la, graças ao “bioconcreto”, um novo material que ajuda na filtragem da água. O protótipo dessa casa – sugestivamente chamada de Rainhouse – foi recentemente apresentado pela empresa húngara Ivanka na Semana de Design de Milão, com grande repercussão.

Basicamente, a água da chuva é canalizada por uma série de dutos de aço inoxidável, que já removem parte das impurezas, até uma cisterna feita de bioconcreto, instalada no topo da casa. Essa cisterna atua como uma caverna natural de calcário, que ajusta automaticamente o pH da água ao nível ideal. Uma cobertura de prata mantém o tanque limpo e uma série de filtros conclui o trabalho de purificação da água, liberando-a para uso. Nenhum produto químico é usado.

A tecnologia do bioconcreto permite que cisternas sejam instaladas mesmo em casas já existentes, variando apenas seu design de acordo com a arquitetura. Seu tamanho também é adaptável, desde uma habitação para uma família pequena até uma ampla fábrica de alimentos. Sua maior limitação: precisa de certa quantidade de chuva, o que significa que locais mais secos não poderão usá-la. Mesmo assim, segundo calculam seus criadores, metade dos países do planeta terá condição de adotar a cisterna de bioconcreto. A empresa Ivanka tem planos de licenciar a tecnologia da Rainhouse internacionalmente e tornar parte dela acessível por meio do código aberto (open source).

Mas o bioconcreto não serve apenas para reuso de água. Pesquisadores da Universidade Técnica de Delft, na Holanda, por exemplo, desenvolveram um bioconcreto constituído por bactérias produtoras de calcite (carbonato de cálcio), que dão ao material a capacidade de autorreparação. Quando surgem fissuras numa estrutura constituída por esse tipo de concreto, as bactérias alcalifílicas existentes no seu interior ficam expostas a um meio ácido, que desencadeia a produção de calcite. Preenchendo as cavidades de dentro para fora, o material sela lentamente qualquer orifício através do qual agentes ambientais agressivos possam penetrar e originar a degradação do aço das armaduras ou do próprio concreto. Isso poderá aumentar exponencialmente o tempo de vida das estruturas de concreto, reduzindo bastante os custos de manutenção.



26/08/2014 POR EQUIPE CAMINHOS PARA O FUTURO
 / OFERECIMENTO GE

CRISE HÍDRICA EM SÃO PAULO

Há 15 meses, Cantareira perde mais água do que recebe

Prejuízo chegou a 647,4 bilhões de litros ao fim do mês passado, o equivalente a 66% da capacidade útil

Represa Jaguari-Jacareí, na cidade de Bragança, no interior de São Paulo
Represa Jaguari-Jacareí, na cidade de Bragança, no interior de São Paulo (Luis Moura/Folhapress)
Na pior seca dos últimos 84 anos, o Sistema Cantareira registrou pela primeira vez na história 15 meses consecutivos de déficit. Levantamento feito pelo jornal O Estado de S. Paulo com base em dados oficiais revela que, desde maio de 2013, o maior manancial paulista perde mais água do que recebe. O prejuízo chegou a 647,4 bilhões de litros ao fim do mês passado, o equivalente a 66% da capacidade útil ou mais de 4 meses de consumo de toda a Grande São Paulo.
No período, o volume de água retirado das represas para abastecer cerca de 14 milhões de pessoas na Grande São Paulo e na região de Campinas foi mais do que o dobro do que entrou no sistema. Setembro de 2013, quando se fecha normalmente o período de estiagem iniciado em abril, foi o mês com o maior saldo negativo: 69,2 bilhões de litros a menos. À época, o Cantareira estava com mais de 40% da capacidade.
Banco de águas - Tamanho déficit ocorreu porque antes de a crise do Cantareira ter sido decretada, no fim de janeiro, a retirada de água dos reservatórios chegou a superar em mais de 6% a vazão máxima estabelecida na outorga de 2004. Isso só foi possível por causa da regra do banco de águas, uma espécie de estoque virtual que permite à Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) e às cidades da Bacia dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ) captarem a mais a parcela não utilizada de suas cotas no mês anterior.
Para o engenheiro e membro do Comitê da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê, José Roberto Kachel, os dados mostram que desde 2012 o Cantareira já dava sinais de que passava por estiagem. "As afluências médias de 2012 e 2013 foram bem próximas das de 1953 e 1954, que eram a pior da história até então. Se tivessem se atentado a isso e reduzido a captação do Cantareira, não estaríamos utilizando o volume morto hoje", afirma.
"Realmente tivemos dois anos seguidos muito secos, que fizeram com que os reservatórios baixassem. O que não estava previsto é que meses como novembro, dezembro, janeiro e fevereiro, que são chuvosos, fossem tão secos", explica o professor de Engenharia Hidráulica da Universidade de São Paulo (USP), Rubem La Laina Porto, que exprime a mesma posição defendida pela Sabesp e pela Bacia dos Rios PCJ, que partilham a água do Cantareira. "A retirada de água ocorreu conforme o contexto do período e dentro das regras do sistema. Jamais alguém poderia imaginar esta estiagem tão forte. Quando vislumbramos esse cenário, em dezembro, nós já iniciamos as medidas de contingência", disse o coordenador de projetos do Consórcio PCJ, José Cezar Saad.
Foi entre dezembro e janeiro que a Sabesp iniciou na Grande São Paulo a reversão de água dos Sistemas Alto Tietê e Guarapiranga para bairros da capital paulista que eram abastecidos pelo Cantareira. Em fevereiro, foi lançado o programa de desconto na conta para quem economizasse água, seguido da redução da pressão noturna na rede de distribuição, revelada pelo Estado em abril. Em maio, a companhia divulgou que as ações haviam garantido uma redução de 27% no volume retirado do manancial e evitado um rodízio de 36 horas com água e 72 horas sem fornecimento.
Volume morto - Além das queixas de falta d’água, as medidas não impediram que o nível do manancial continuasse caindo. Em junho, o volume útil do Cantareira zerou pela primeira vez na história e a Sabesp começou a inédita retirada de 104 bilhões de litros do volume morto das represas Jaguari-Jacareí, na região de Bragança Paulista. Até ontem, 66,7% já haviam sido sugados. Ainda neste mês, a empresa deve iniciar a captação de 78 bilhões de litros da reserva profunda da Represa Atibainha, em Nazaré Paulista.
Com a estiagem ainda mais aguda, o déficit voltou a subir em julho, quando o volume de água retirado do sistema foi 446% maior do que o que entrou, resultando em uma perda de 50 bilhões de litros. As projeções apontam que a primeira cota do volume morto do Cantareira deve acabar em outubro. A Sabesp já pediu autorização aos órgãos gestores do manancial para retirar 116 bilhões de litros adicionais da reserva.

Fonte: http://veja.abril.com.br/

SECA CATASTRÓFICA NA CALIFÓRNIA


Seca catastrófica da Califórnia está ficando cada vez pior  


A seca histórica que assola Califórnia conseguiu de alguma forma ser ainda pior. Na quinta-feira, os EUA com seu monitor da Seca informou que mais da metade do estado experimentará seca "excepcional", a categoria mais grave disponível. E a maior parte do estado - 81 por cento - tem atualmente um dos dois níveis mais intensos de seca.

Já quase esgotada a umidade do solo superficial do Estado e reservas de umidade do subsolo, de acordo com Brad Rippey do Departamento de Agricultura dos EUA, que escreveu o relatório do Monitor Seca (Seca Monitorada). E a Califórnia tem agora o mais curto vale de água do reservatório. Declarou o D.A.
Em janeiro, o governador Jerry Brown, declarou estado de emergência, pedindo que os californianos economizassem água sempre que possível. No início deste ano, a National Oceanic and Atmospheric Administration advertiu que a seca na Califórnia poderia intensificar. E antes mesmo do Monitor Seca informar, mais da metade do estado estava experimentando seca excepcional, esta seca já foi considerada a mais grave que Monitor Seca tem monitorado nos últimos 14 anos.

Claro, nem todo mundo está diminuindo o seu uso da água. O uso da água em áreas urbanas, na verdade subiu 1 por cento em maio , em grande parte devido a um aumento de 8 por cento no uso de água visto na parte costeira do estado. Como resultado, algumas áreas têm enviado "observador" a olhar para as pessoas que estão usando mais do que deveriam.


Alguns californianos começaram a ligar para seus vizinhos, reclamando de alguns desperdícios e denunciando para a agência de águas, também existem os grupos de vigilância de bairro para chamar atenção dos infratores e denunciá-los usando as redes sociais.


A nova regulamentação entrou em vigor em todo o estado na terça-feira barrando pessoas de lavar calçadas, roupas ou carros, de acordo com o Comitê Estadual de Controle de Recursos Hídricos da Califórnia. Estes regulamentos - que entrou em vigor no mesmo dia que uma enorme ruptura de água principal em Los Angeles que despejou milhões de litros de água no campus da UCLA - foram aprovadas no início deste mês , porque muitas áreas no estado dependem de conservação voluntária, o que não tem sido suficientemente eficaz.

Embora os problemas da Califórnia são particularmente graves, o estado não está sozinho em experimentar seca significativa no momento. Há grandes extensões de moderada a grave seca que se estende de Oregon para o Texas, com problemas afetando vários estados a oeste do rio Mississippi.
Algumas das mais severas secas fora da Califórnia estão impactando grandes bolsos em Oklahoma, Texas e, particularmente, Nevada, onde mais da metade do estado está experimentando atualmente uma das secas mais severas.

Funcionários do D. A disse no mês passado que o conteúdo de água que vem da neve, que fornece o máximo de um terço do abastecimento de água do estado após o degelo da primavera, é de apenas 20 por cento das médias anuais.

Baixa cobertura de neve combinado com recordes de baixa chuvas e uma população crescente tem significado um desastre para o Golden State.

Fonte: http://www.dailymail.co.uk/news/article-2569919/Shocking-pictures-California-drought-reveal-extent-

ESGOTAMENTO DO RIO PARAÍBA DO SUL EM SÃO PAULO

Guerra da água: ação de São Paulo já prejudica três usinas do Paraíba do Sul
Em documento, ONS alerta que medida levaria a ‘esgotamento completo’ em Paraibuna, Santa Branca e Funil


O rio Paraíba do Sul nasce na confluência dos rios Paraitinga e Paraibuna, no município de Paraibuna, estado de São Paulo, percorre um pequeno trecho do sudeste de Minas Gerais, fazendo a divisa natural deste com o estado do Rio de Janeiro, atravessa grande parte desse último e tem sua foz no Oceano Atlântico próximo à cidade de São João da Barra. Seu percurso total é de 1.120 km, no sentido oeste para leste.

BRASÍLIA A ação do governo de São Paulo de descumprir determinação federal e reduzir deliberadamente a vazão da usina hidrelétrica de Jaguari, no interior do estado, já prejudica outras três hidrelétricas da bacia do Rio Paraíba do Sul, segundo documento obtido pelo GLOBO. As usinas afetadas também ficam em São Paulo. Por conta da seca, a Agência Nacional de Águas (ANA) havia determinado em julho uma operação especial para elevar a vazão desses reservatórios e fazer chegar volume de água mínimo de 165 metros cúbicos por segundo à barragem de Santa Cecília, em Barra do Piraí (RJ), onde fica o complexo de Lajes, da Light. Sem a água do Jaguari, outras represas têm de verter mais.

RESERVATÓRIOS PODEM SECAR

Em ofício enviado à ANA na segunda-feira, o diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrica (ONS), Hermes Chipp, informou que a decisão de São Paulo “conduziria a um desestoque desproporcional entre o reservatório de Jaguari e os demais reservatórios da bacia”. A ação poderia secar outros reservatórios.

“Esta operação levaria a um esgotamento completo dos volumes úteis dos reservatórios de Paraíbuna, Santa Branca e Funil no decorrer do período”, disse Chipp. Esses reservatórios servem a três hidrelétricas, respectivamente de Cesp, Light e Furnas. O volume útil de Santa Branca, por exemplo, caiu de 35,2% para 31,8% em apenas oito dias, a partir de 1º de agosto, desde quando a ordem paulista pra reduzir a vazão do Jaguari entrou em vigor.

Segundo Chipp, com a medida, essas três usinas ficariam com “volumes armazenados próximos a 0% dos volumes úteis, caso não ocorra precipitação (chuva) significativa na bacia antes do final da estação seca”. A necessidade de chegar uma vazão mínima a Santa Cecília é fundamental para o abastecimento de água de parte do Rio e para as hidrelétricas da Light em Lajes.

Chipp informou no ofício que, por conta de um programa de recuperação do reservatório de Paraibuna, seria necessário agora elevar a vazão de Jaguari para além do que operava antes da determinação do governo de São Paulo à Cesp, de reduzir a saída de água. A União tem pressa para resolver a situação no Jaguari, pois é crítico o estado da bacia do Paraíba do Sul sem chuvas.

Sabemos que uma das soluções para a realidade de São Paulo hoje seria a despoluição do rio Tietê, mas parece que até agora parece não ver esta possibilidade.

Fonte: http://oglobo.globo.com/economia/petroleo-e-energia/guerra-da-agua-acao-de-sao-paulo-ja-prejudica-tres-usinas-do-paraiba-do-sul-13556421#ixzz3A8C0v9mW

PIAUÍ - HÁ 35 ANOS POÇOS JORRAM PARA O DESPERDÍCIO!

Há 35 anos que os Poços do Violeta ficam jorrando, mas existe mais de 400 poços, na região do Gurgueia no Piauí.








Você pode achar que serve para irrigação por ser o único estado nordestino que possui quase 90% do seu território com o clima semiárido predominante e com baixa pluviosidade e altas temperaturas.... Mas a realidade é que possui mais de 400 poços jorrando e quase nenhum com controle de vasão, poucos para o lazer, mas a grande maioria dos poços não tem finalidade nem utilidade econômica alguma, e que ficam jorrando 24 horas todos os dias. Fico a me perguntar cadê as autoridades locais e ambientais, cadê ANA(Agência Nacional das Águas), Ministério do Meio Ambiente, que não fazem nada há quase quatro décadas?




ÁGUAS SUBTERRÂNEAS NO BRASIL

A água subterrânea é a parcela de água das chuvas, neblina e neve que se infiltra e se desloca através dos terrenos

Ela representa cerca de 97% do total da água doce existente do planeta. Além disso, ao adentrar nos solos, ela é submetida a um processo de limpeza natural ainda não alcançada pelos métodos convencionais de tratamento.

O Brasil possui a maior reserva de água subterrânea do mundo. Com aproximadamente 11.500 m3 de água em seus solos e subsolos, o país tem dois terços do território formados por rochas que apresentam boas condições para a infiltração da água e formação de aquíferos. Nos três quintos restantes predominam rochas cristalinas que precisam estar fraturadas ou muito alteradas para facilitar a infiltração.

A maior parte da água de abastecimento público no Brasil provém das reservas subterrâneas. A preferência por esse tipo de recurso hídrico muitas vezes se deve ao fato de possuírem excelente qualidade e menor custo. No Estado de São Paulo, por exemplo, estima-se que 75% das cidades são abastecidas por poços. Já 90% dos municípios do Paraná e Rio Grande do Sul são abastecidos por águas subterrâneas.

Toda formação geológica em que a água pode ser armazenada e movimentada recebe o nome de aquífero. No Brasil o mais importantes deles é o Aquífero Guarani, principal reserva de água doce subterrânea da América do Sul e uma das maiores do mundo. Com 1,2 milhões de km2, essa reserva ocupa, além do Brasil, os territórios da Argentina Paraguai e Uruguai. No entanto, o Brasil detém a sua maior porção: 70%. O Aquífero Guarani se estende pelos Estados brasileiros de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo e abastece, total ou parcialmente, mais de 500 cidades com suas águas.

O Sistema Aquífero Guarani (SAG) é um corpo hídrico subterrâneo e transfronteiriço que abrange parte dos territórios da Argentina, do Brasil, do Paraguai e do Uruguai. Possui um volume acumulado de 37.000 km3 e área estimada de 1.087.000 Km2. Na parte brasileira estende-se a oito estados: Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. O SAG tem características físicas, geológicas, químicas e hidráulicas específicas e complexas as quais foram estudadas pelo Projeto de Proteção Ambiental e Desenvolvimento Sustentável do SAG (2003-2009) e que fornecem as bases para o Programa Estratégico de Ação (PEA).

A coordenação do projeto no Brasil esteve a cargo da Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente. Para acompanhamento e articulação das ações previstas foi estruturada a Unidade Nacional de Execução do Projeto (UNEP) que contou com a participação de algumas instituições do Governo Federal, representantes de universidades, associação técnico-científicas (ABAS), organizações não-governamentais (ONGs) e organismos de bacias hidrográficas, além dos 8 Estados de ocorrência do aquífero: Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo.

Em 2 de agosto de 2010, o Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai assinaram o acordo sobre o Aquífero Guarani, (http://www.itamaraty.gov.br/sala-de-imprensa/notas-a-imprensa/acordo-sobre-o-aquifero-guarani). Um dos objetivos é de ampliar os níveis de cooperação para um maior conhecimento científico sobre o Sistema Aquífero Guarani e a gestão responsável de seus recursos hídricos. O acordo precisa ser ratificado pelo Congresso Nacional do Brasil para sua entrada em vigor.

PRÉDIO QUE PURIFICA O AR!!!

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O pavilhão italiano foi projetado para imitar uma floresta urbana “petrificada”
Foto: Divulgação/ Nemesi & Partners



Que ideia maravilhosa!! Espero que não seja motivo para sair desmatando tudo que é árvore pela frente! Ela veio a somar, ao invés destes prédios sem utilidade nenhuma, muito pelo contrário barra o vento, aumenta o aquecimento... Esta ideia veio revolucionar o mercado da construção civil! Vamos lá ainda vale àquele pensamento: " plantar uma árvore, escrever um livro e ter filho(s)...."  Mais ou menos isto, srsrss!  Boa leitura!


Prédio que promete "limpar o ar" será construído em Milão
Imagine um prédio capaz de purificar parte do ar poluído da cidade, tal qual uma árvore. É isso o que promete o Palazzo Itália, um edifício sustentável que será construído para a Expo Milano 2015, exposição mundial que reunirá designers e inovadores.
Idealizado pelo escritório de arquitetura Nemesi & Partners, o pavilhão italiano foi projetado para imitar uma floresta urbana “petrificada”, em que o edifício assume as características de uma paisagem arquitetônica.
A fachada externa, com 9 mil metros quadrados, será feita a partir de mais de 900 painéis à base de cimento "i.active biodinâmico", desenvolvido pelo grupo Italcementi.

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Além do benefício ambiental, quando agrupados, os painéis formarão uma textura geométrica única
Em contato com a luz do sol, a substância ativa presente neste material permite "capturar" determinados poluentes no ar, transformando-os em sais inertes.
Além do benefício ambiental, quando agrupados, os painéis formarão uma textura geométrica única, além de criar uma dança entre sombra e luz no interior do edifício.


Grandes raízes

O Palazzo Italia é baseado em quatro blocos principais, organizados em torno de uma praça central, e ligados entre si por pontes. Neles, se encontram áreas de exposição, auditório, escritórios e salas de conferências.
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De acordo com a descrição no site do projeto, os quatro volumes arquitetônicos, assim como árvores, têm enormes apoios ao nível do solo que simulam as grandes raízes.


Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org/

COMO FAZER UM COLETOR DE ÁGUA DE CHUVA

Se quiser economizar água e ter um jardim mais saudável, colete água de chuva. Usar um barril é uma boa maneira de coletar água da chuva que corre pela sua casa, para que possa usá-la depois. 

A água de chuva não é recomendada para cozinhar nem para beber, mas pode ser usada para regar as plantas ou lavar o carro. O princípio básico é instalar um barril logo abaixo de um dos canos da casa por onde passa a água da chuva e usar uma torneira para retirar a água de lá quando quiser. O barril pode ser instalado usando produtos simples adquiridos em uma loja de material de construção ou afins. O tempo e o dinheiro gastos na instalação do barril compensam pela economia de água.

1- Instale o coletor no lugar certo. Encontrar o melhor lugar é mais complicado do que parece.



Normalmente se coloca o barril embaixo de um dos canos por onde passa a água da chuva, mas é necessário fazer de maneira que a água que transbordar do barril seja drenada corretamente para não inundar nem o jardim nem a casa.
Um barril cheio pode pesar mais de 200 quilos. Por isso, é necessário instalar o coletor em um local que aguente esse peso. 


2 - Defina o tamanho do barril. O tamanho do coletor dependerá do tamanho da casa, mas o padrão é de mais ou menos 200 litros.

3- Limpe a parte de dentro do barril. Quando o baril é novo, a limpeza é fácil mas precisa ser eficiente.

4- Saiba o que esperar. O coletor de chuva é formado por um barril com um furo em cima para receber a água da chuva que desce pelo cano, um cesto de filtragem para impedir a passagem de detritos, mosquitos e afins, uma torneira perto do fundo do recipiente para conectar uma mangueira ou encher baldes e um método para controlar o transbordamento da água, se necessário.


MÉTODOS:

Método 2 de 5: Faça o Furo de Entrada da Água





1 Use uma serra tico-tico para fazer um buraco na parte superior do barril. O buraco deve ser suficientemente largo para receber o cano que conduz a água da chuva. Faça um círculo de aproximadamente 10 ou 15cm ou mais, dependendo do tamanho do cesto coletor.
Se a parte superior do barril for mais fina, use um estilete ou algo do gênero.





2 Instale um cesto coletor ou uma tela. O cesto é importante para impedir que a água entre suja no barril, com folhas, gravetos e outros resíduos, incluindo insetos, animais e coisas do gênero.
Para evitar que isso aconteça pode-se colocar uma tela em cima da abertura ou cobrir a parte superior toda do barril, depois colocar a tampa por cima. Não use tela de metal que enferruje e nem outras telas com as treliças largas a ponto de deixar passar mosquitos e resíduos menores.
Pode-se instalar também um cesto coletor especial na entrada. O cesto coletor não entope com tanta facilidade e pode ser removido para manutenção e retirada dos resíduos coletados.

Método 3 de 5: Instale a torneira






1 Fure o buraco onde instalará a torneira. Faça-o o mais perto do fundo do barril possível, de maneira que consiga encher um balde embaixo da torneira. Use uma furadeira elétrica. Um furo de cerca de 2cm deve ser suficiente para encaixar a maioria das torneiras compatíveis com mangueiras de jardim. Mas compre a torneira antes de fazer o furo no barril!






2 Enrole fita veda-juntas em volta do cano da torneira. As fitas de teflon tipo veda-juntas são as melhores para evitar vazamento pela torneira.






3 Insira a torneira no barril e vede em volta. Atarraxe a torneira no furo que fez e prenda-a ao barril com uma arruela de tamanho compatível. Vede as bordas em volta da torneira com selante à prova d'água ou mais veda-juntas.




Método 4 de 5: Faça um Suporte






1 Defina a altura que o barril coletor deverá ficar. O barril precisa estar o mais perto possível da ponta do cano condutor e ter espaço suficiente embaixo da torneira para encher um balde.






2 Faça um suporte com blocos de concreto. Em uma superfície plana podem-se usar quatro blocos de concreto, um ao lado do outro. Podem-se usar também tijolos soltos de concreto. O suporte deve ser completamente estável para que o barril não vire.






3 Remova a ponta do cano condutor de água de maneira que consiga encaixar o barril logo abaixo dele. Talvez seja necessário ajustar o cano e até mesmo adicionar alguns joelhos para posicioná-lo melhor.






4 Coloque o barril no lugar. Verifique se o barril está seguro e estável. Vire-o de maneira que a ponta do cano condutor de água da chuva se ajuste com o entrada de água do barril.




Método 5 de 5: Coloque um Vertedouro (Ladrão)






1 Faça um buraco na parte lateral perto da tampa do barril. Cerca de 5cm devem se suficientes. Quando o barril encher, é preciso ter um ladrão para que o excesso de água saia de forma controlada em vez de transbordar pela tampa.






2 Atarraxe o vertedouro e prenda-o bem. Assim como foi feito com a torneira, use veda-juntas para vedar o vertedouro e uma arruela para prendê-lo bem.






3 Anexe uma mangueira ao vertedouro levando-a até um ralo ou qualquer outro local para drenar o excesso de água. Dessa maneira, evita-se que o excesso de água inunde o jardim ou quintal quando ela começar a vazar pelo ladrão.
Se desejar, coloque a mangueira conduzindo o excesso de água para outro barril. Assim, quando um barril encher, a água correrá diretamente para o segundo barril. Mas de qualquer maneira, será necessário ter um condutor para drenar o excesso.






4 Concluído



ECONOMIZE ÁGUA DA DESCARGA COLOCANDO UMA GARRAFA PET



Para reduzir o consumo de água no banheiro, encha uma garrafa PET, tampe-a e coloque dentro do vaso da descarga.

Assim, ela ocupará um espaço que seria da água e fará com que o equipamento encha mais rápido. Dessa forma, você evita o gasto desnecessário de água sem impactar a eficiência da descarga.

Você irá economizar a quantidade de água relativa ao tamanho da garrafa. Ou seja, uma garrafa de um litro representa um litro a menos de água a cada descarga.
 


15 FATOS SOBRE A ÁGUA


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Fotos: UN Photos

15 fatos que você precisa saber sobre a água

Você sabia que, a cada minuto, morrem sete pessoas no mundo por ingerir água insalubre? Ou que aproximadamente 11% da população mundial ainda compartilha água com animais em leitos de rios? Esses e outros dados assustadores e curiosos são divulgados pela Organização das Nações Unidas a cada ano.

Conheça abaixo 15 fatos que você precisa saber sobre a água:

1. Para atender nossas necessidades básicas, necessitamos diariamente de 20 a 50 litros de água não contaminada;

2. Uma criança nascida nos países industrializados consome de 30 a 50 vezes mais água do que uma criança nos países em desenvolvimento;

3. Cerca de um bilhão de pessoas no mundo não têm acesso a água potável;

4. Anualmente ocorrem dois milhões de mortes devido à ingestão de água não tratada, falta de higiene e saneamento básico;

5. Cerca de 70% da superfície terrestre é coberta pela água, mas só 1% está disponível para consumirmos;

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6. Mais de um bilhão de pessoas não têm um copo de água limpa para beber;

7. Quase cinco mil crianças morrem todos os dias devido à água contaminada e falta de saneamento básico;

8. O Brasil possui 12% da água superficial doce do mundo, mas a seca afeta todos os anos milhões de brasileiros;

9. Apesar da escassez, a cada mil litros de água utilizados, 10 mil litros de rios e nascentes são poluídos;

10. Estima-se que há 260 milhões de pessoas no mundo portadoras de esquistossomose, uma doença crônica parasitária causada por vermes presentes na água;

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11. A maioria dessas pessoas vive ecomunidades vulneráveis, sem acesso a água potável nem saneamento adequado. Todos os anos, 88 milhões de crianças são infectadas pelo parasita que causa essa doença;

12. Cerca de 700 milhões de pessoas estão em risco de serem infectadas pelo parasita que causa esquistossomose;

13. Diariamente ocorrem seis mil mortes por diarreia, a maioria das vítimas são crianças menores de cinco anos;

14. Mais de 50 países ainda informam casos de cólera à OMS;

15. Cerca de 1 bilhão de pessoas ainda não têm acesso à banheiro para defecar.

Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org

AS FONTES DE ÁGUA DO MUNDO


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Foto: culpix

As fontes de água do mundo

Quase toda comunidade tem um série de fontes de água limpa. Segundo o PhD e professor de sociologia, Phil Bartle, as várias fontes variam de acordo com a tecnologia necessária para trazer a água para as pessoas, e estas alternativas tecnológicas têm diferentes custos associados a cada uma delas.
Para muitas pessoas em países industrializados, conseguir água é tão fácil quanto abrir uma torneira, e também é barato, de certa forma, mas em outros países a palavra água potável é sinônimo de escassez. O fato é que a água doce não é distribuída de maneira igual no mundo inteiro. Segundo o Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável, mais da metade das fontes de água do mundo estão em apenas nove países: Estados Unidos, Canadá, Colômbia, Brasil, República Democrática do Congo, Rússia, Índia, China e Indonésia
A maior parte da água doce do mundo, cerca de 10 milhões de quilômetros cúbicos, fica em aquíferos subterrâneos. O restante vem de:
  • Chuvas e reservatórios produzidos pelo homem
  • Lagos e rios

As Três Principais Categorias de Fontes
O professor Bartle afirmou que em qualquer comunidade, existem as fontes potenciais de água potável que são geralmente encontradas em três categorias: (1) água presente no ar, (2) água presente na superfície e (3) água presente no subsolo.
Água do Ar: Chuva
A maior parte da água presente no ar foi evaporada. O vapor d'água é um gás, e não um líquido.
Quando vemos nuvens, por outro lado, não estamos vendo um gás, mas água que se condensou, algumas vezes em forma de partículas de poeira. Aquelas micro-partículas são líquidas, mas são tão pequenas que ficam suspensas no ar (unidas como nuvens) até que se juntam e caem na superfície. A precipitação (água caindo na superfície) pode ocorrer enquanto a água estiver em várias formas: Se for líquida, é chamada de chuva. Se estiver cristalizada, ela cai em forma de neve. Se ela se congela em gotículas, é chamada de granizo.
Às vezes o granizo cai e sobe novamente, atraindo mais água que se congela em altitudes frias e elevadas, aumentando de tamanho. Isto pode ocorrer diversas vezes até a pedra de granizo alcançar o diâmetro de um, dois ou mesmo três centímetros.
A neve raramente cai nos trópicos, geralmente ocorre apenas em montanhas com altitudes elevadas. O granizo raramente cai mesmo nos trópicos, porque a temperatura de congelamento ocorre somente em elevadas altitudes, e não próximo à superfície, até mesmo nos climas quentes.
Na maioria dos casos, quando falamos de obter água potável do ar, estamos falando de chuva. Ao atingir o solo, estaremos falando de água da superfície. Quando a água é aquecida e evapora, quaisquer poluentes, incluindo sujeiras e micro-organismos, são geralmente deixados para trás. Se ela simplesmente se condensar de volta em líquido, esta água é a mais pura possível, como água destilada.
Infelizmente, a condensação não é um processo tão simples. Sujeira e micro-organismos estão presentes no ar e a água pode se juntar a eles. Na maioria das vezes, contudo, os poluentes não são suficientes para causar diarréia, então podemos considerar a água da chuva como muito limpa e segura para beber.
Água da Superfície: Lagos, rios e oceanos
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Foto: Drumsara
A água da superfície geralmente encontra-se parada ou em movimento. A água em movimento pode variar muito de tamanho, indo desde pequenos filetes d'água até rios médios e grandes.
A água parada pode variar desde poças temporárias até lagos e oceanos. Pequenas poças, comuns em estações de chuva, estão frequentemente contaminadas por doenças desenvolvidas na água, enquanto as águas dos oceanos têm muito sal para ser bebida, e precisam de tecnologia especial para remover o sal.
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Foto: luarembepe
De maneira geral, a água em movimento tem mais chance de ser potável do que a água parada. Se a água permanecer parada por muito tempo, ela pode ser tornar estagnada e poluída, como um pântano, repleto de diferentes formas de vida, e algumas delas não são boas para a saúde dos seres humanos.
Se cheira mal, provavelmente não é seguro beber.
Vários tipos de tecnologia são usados para se retirar água da superfície e enviá-las para as casas.
Água do Subsolo: Aquíferos
Quando chove, nem toda água permanece na superfície indo em direção aos rios, lagos e eventualmente ao oceano. Uma parte dela é absorvida pelo solo.
No subsolo, a água flui de maneira igual à superfície, formando rios e lagos. Uma corrente d'água subterrânea é chamada de "aquífero." A água flui através da terra porosa, geralmente pedregulhos e areia. E é contida em terra não porosa, geralmente rocha sólida e argila.
Não existe garantia de que abaixo de uma determinada área haja um aquífero correndo. Algumas áreas simplesmente não possuem água subterrânea.
Um aquífero pode ser raso (próximo da superfície) ou profundo. Embora haja muitas variações, geralmente um aquífero raso terá água doce (não contaminada), enquanto um aquífero profundo, que fluiu no subsolo por muito tempo, será repleto de minerais, às vezes muito salgados para beber. Na maioria das vezes, a água do subsolo está disponível apenas cavando-se um poço até o aquífero e trazendo-a até a superfície por baldes ou bombas. Já se o aquífero fluir sob uma superfície desigual, ele pode aparecer na superfície. Isto é chamado de manancial. Uma comunidade que possui um manancial pode proteger a água da contaminação, em vez de cavar um poço para alcançá-la.
Outras vezes, a água do subsolo infiltra-se muito profundamente, indo até abaixo da camada mais fria, onde a terra está mais aquecida por estar mais próxima do núcleo da terra. Esta água se aquece e, quando o vapor se expande, é forçado em direção à superfície, muitas vezes emergindo como uma fonte termal.
Muitas fontes termais trazem consigo vários minerais das camadas inferiores da terra, alguns venenosos, outros com propriedades medicinais, mas raramente são potáveis.

30 ANOS DA USINA DE ITAIPU

Dia 5 de maio próximo a usina hidrelétrica de Itaipu – maior geradora de energia limpa e renovável do planeta – comemora 30 anos do início de operações no rio Paraná, divisa entre Brasil e Paraguai. No dia 30 de dezembro último, suas dezoito turbinas registraram mais um recorde planetário com a geração de 98 milhões e 287 mil Megawatts/Hora, superando pelo quarto ano seguido a produção de sua grande rival, a hidrelétrica de Três Gargantas, cuja geração máxima atingiu 79,5 milhões de MW em 2009. 

A gigante chinesa, sobre o rio Yang Tsé, é a maior do mundo em capacidade de geração, mas desde que iniciou as operações não conseguiu superar a performance da binacional Itaipu, construída entre 1974 e 84, uma obra que se tornou ícone da indústria de grandes barragens e foi eleita uma das sete maravilhas da engenharia mundial pela Sociedade Americana de Engenharia Civil. 

Sua construção não apenas consagrou a excelência da engenharia brasileira, mas significou um momento fundamental para o crescimento brasileiro, ao demonstrar que a construção de grandes barragens para a produção de energia é perfeitamente compatível com a preservação do meio ambiente e com a melhoria das condições de desenvolvimento econômico e social da região em seu entorno. 

No período de pouco mais de uma geração, a população do município de Foz do Iguaçú, onde se localiza Itaipú, passou de 50 mil para 240 mil e vive hoje com uma renda per capita 25% superior à média brasileira. A monumental usina, além de fornecer 17% da energia que o Brasil consome, é um polo de turismo importante, atraindo meio milhão de viajantes que divide com as visitas às cataratas de Foz. 

É possível que alguns de nossos leitores mais jovens se surpreendam com a longevidade do debate em torno do dilema “desenvolvimento econômico ou preservação do meio ambiente”. Nos anos cinquenta do século passado, o tema já alimentava discussões na Universidade de São Paulo, com mais frequência na Faculdade de Economia – a FEA-USP.

Depois de duas décadas de abandono da vocação para as grandes usinas, o governo do presidente Lula pode neutralizar os temores de que haveria danos ao ambiente, criando as condições para as obras das três hidrelétricas amazônicas: Jirau e Santo Antônio, no rio Madeira em Rondônia e Belo Monte, no rio Xingú, em território paraense. São elas que vão afastar a ameaça de um novo grande apagão – como o de 2001 - que fatalmente nos alcançaria já na segunda metade da presente década. 

Aos ecologistas mais ansiosos é bom lembrar que ainda estamos a meio caminho do objetivo de garantir aos brasileiros três refeições por dia e que isso vai exigir um forte aumento na produção de alimentos e na oferta de energia limpa do potencial amazônico, região que carece de desenvolvimento e não pode continuar a ser olhada pelos brasileiros como uma espécie de “colônia” do Sul. 

O autor é economista, ex-ministro da Fazenda