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FIM DA POROROCA







Inacreditável!!! Impressionante como estão acabando com as nossas florestas!! Desmatando, desviando rios para pastagem e simplesmente acabou a Pororoca! Um fenômeno que só ocorria no Brasil!
O termo pororoca é derivado do Tupi que designa “estrondo”, corresponde a um fenômeno natural onde acontece o encontro das águas de um rio com o oceano.
O fenômeno se torna mais evidente nas mudanças de fase da lua, especialmente na lua cheia e nova. Agora não existe mais! A água sumiu!

O processo ocorre quando os níveis das águas oceânicas se elevam e essas invadem a foz do rio, o confronto dessas águas promove o surgimento de grandes ondas que podem atingir até dez metros de largura e cinco de altura, podendo chegar a uma velocidade que oscila entre 30 e 35 quilômetros por hora. 

ATÉ OS ÍNDIOS CANSARAM DE ESPERAR PELO GOVERNO!

Cansados da falta de assistência do governo, os indígenas da tribo Ka'apor resolveram fazer justiça com suas próprias mãos. Juntamente com outras quatro tribos, os índios resolveram organizar uma expedição para capturar e expulsar os madeireiros que atuam ilegalmente em seu território, no Alto Turiaçu, nordeste do Maranhão. As fotos são do dia 7 de agosto, mas só foram divulgadas pela agência Reuters hoje(04/09).







 




FONTE: Exame

DESMATAMENTO CRESCE 358%

Cresce  358% desmatamento na Amazônia em junho/14

As notícias não poderiam ser piores. Aumentou em 358% odesmatamento na Amazônia Legal, região que engloba nove estados brasileiros e corresponde a quase 60% do território do país. O dado é do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon)*, em Belém. Em junho de 2013 a área devastada era de 184 quilômetros quadrados e no mesmo mês deste ano pulou para 843 quilômetros quadrados.

Segundo os pesquisadores, o Pará foi o estado onde houve mais desmatamento (54%), seguido por Amazonas, Rondônia, Mato Grosso e Acre.

Outro estudo feito pelo mesmo instituto aponta a redução do tamanho das Unidades de Conservação e de Terras Indígenas como um dos principais responsáveis pela crescente degradação das florestas. Entre 2010 e 2012, um total de 19 unidades sofreu redução de limite ou de proteção por conta de empreendimentos de geração ou transmissão de energia.

Pesquisadores do Imazon recomendam que quando seja inevitável utilizar áreas protegidas para a construção de hidrelétricas ou de obras de infraestrutura pelo governo federal, por exemplo, que uma compensação seja feita em outro lugar – com o mesmo tamanho e relevância em biodiversidade da área afetada.

* Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia

TOMBAMENTO DA SERRA DA MANTIQUEIRA - SP


Tombamento da Mantiqueira terá audiências públicas




Condephaat remeteu projeto à Fundação Florestal. Objetivo é preservar a paisagem natural do lado paulista da Serra; prefeituras da região são contra
O Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo (Condephaat) resolveu dar uma sobrevida à proposta de tombamento da porção paulista da Serra da Mantiqueira. Na reunião de hoje do conselho foi decidido que a proposta será remetida à Fundação Florestal (órgão ligado à Secretaria de Meio Ambiente do Estado) para uma análise técnica mais detalhada. Também serão realizadas audiências públicas para debater o projeto com a sociedade.

A proposta, apresentada pela ONG Oikos Agroecologia e defendida pelo movimento Mantiqueira Viva, entrou na pauta do Condephaat em abril deste ano (http://migre.me/kbVTX), com um parecer técnico inicialmente contrário ao tombamento. A representante da Secretaria do Meio Ambiente no conselho, porém, pediu vistas do processo, evitando assim que ele fosse arquivado.

Todas as prefeituras da região são contra o tombamento. Para mais informações, veja a reportagem anterior sobre o tema neste blog:

 

Abaixo, a nota divulgada pela assessoria de comunicação do Condephaat na tarde de segunda dia 30/06:

“Devido à complexidade do tema e entendendo a importância da Serra da Mantiqueira como patrimônio ambiental, turístico e histórico do Estado de São Paulo, o Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo) acordou que não havia elementos suficientes para decidir neste momento pela abertura ou arquivamento do Estudo e Tombamento.

Foi proposto aceito pelos membros do Conselho que o processo seja remetido à Fundação Florestal para elaboração de estudos; assim como que seja realizado um calendário de audiências públicas pelo Condephaat, além de seminários de discussão dos instrumentos possíveis de preservação.

Concluídas estas etapas, os resultados serão incluídos no processo e submetidos a uma nova análise da UPPH (Unidade de Preservação do Patrimônio Histórico), sendo posteriormente remetida a um conselheiro relator, cujo novo parecer será votado pelo Conselho.”

POR HERTON ESCOBAR

SECA NO AMAZONAS

Foto ilustração:sosriosdobrasil.blogspot.com
Seca no Amazonas atinge 40 mil famílias e 25 cidades decretam situação de emergência
A seca que atinge o Amazonas desde o início de agosto já prejudicou cerca de 40 mil famílias. Segundo o governo estadual, dos 62 municípios amazonenses, 25 decretaram situação de emergência. Na última sexta-feira (08), a Defesa Civil reconheceu a situação de emergência em 21 deles.

Os municípios em situação de emergência por causa da estiagem são Atalaia do Norte, Benjamin Constant, São Paulo de Olivença, Santo Antônio do Iça, Tabatinga, Tonantins, Caapiranga, Boca do Acre, Envira, Guajará, Ipixuna, Itamarati, Juruá, Borba, Alvarães, Coari, Fonte Boa, Jutaí, Tefé, Uarin, Beruri, Manacapuru, Itacoatiara, Barreirinha e Parintins.

Segundo informações do governo do estado, a ação emergencial de ajuda humanitária aos municípios afetados começou esta semana com o envio de seis toneladas de alimentos. O chefe de gabinete da prefeitura de Ipixuna, Anísio Saturnino, disse que o transporte fluvial está comprometido em função da seca dos rios. “Os barcos não podem navegar. O transporte só pode ser feito por canoa. Alguns alimentos começam a faltar”, disse. Segundo Saturnino, o município (localizado no sudoeste do estado) aguarda para a tarde de hoje (11) a entrega, pela Defesa Civil do estado, de cestas básicas, filtros para água e medicamentos. Muitas pessoas estão sofrendo com problemas intestinais provocados pela má qualidade da água.

A geógrafa e pesquisadora do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), Ane Alencar, disse que a seca que atinge o Amazonas é uma condição climática extraordinária decorrente do fenômeno El Niño (aquecimento das águas do Oceano Pacífico), que ocorreu nos últimos meses de 2009 e deixou reflexos em 2010. “O El Niño de 2009 foi o pior das últimas três décadas e trouxe como consequência as fortes chuvas no Sul e a seca no Norte do país. Sempre quando ocorre um El Niño muito forte existem impactos no ano seguinte”.

Segundo Ane Alencar, a forte estiagem se deu em função também da maior frequência das secas no estado. “Desde 2000, as secas têm sido mais frequentes e mais intensas e a floresta não tem tido tempo de se recuperar”, disse. A temporada de chuvas na Amazônia, de acordo com a pesquisadora do Ipam, deve começar no fim de novembro.

A Secretaria Nacional de Defesa Civil foi procurada nesta segunda-feira pela reportagem da Agência Brasil, mas até o momento não informou que medidas poderão set tomadas pelo governo federal em relação aos municípios afligidos pela estiagem.

Edição: Vinicius Doria